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domingo, 14 de novembro de 2010

how many times, how many lies

Há três anos eu acreditei que você era um bom amigo, que eu poderia confiar em você, que você estária aqui para tudo e que você era o que você me mostrava. Hoje eu estou aqui sem um bom amigo, sem poder confiar em você e sem você.
Há três anos atrás eu estava conversando com você, eu estava rindo eu tenho certeza disso. Há dois anos atrás nós estavamos felizes, comemorando mais do que uma amizade. Há um ano atrás eu estava com você, rindo e sendo melhores amigos. Nesse exato momento eu estou sentindo falta, falta de você, o meu melhor amigo.
Eu tentei, eu realmente tentei fazer com que eu não sentisse mais essa dor idiota que de vez em quando me consome. Eu gostaria que tudo isso não tivesse acontecido, eu queria que você tivesse sido sincero desde o começo, eu só queria que você tivesse pensado em como eu me sentiria quando eu descobrisse, mas você foi tão egoista que não pensou em como eu estaria agora.
Isso me faz sentir tão fraca, como se eu parasse de tentar viver de novo, tem dias que eu sinto que preciso de você e isso me faz sentir uma idiota, eu só queria ser todo tempo a menina que eu fui com você, eu gostaria de mostrar essa força que eu mostrava, eu gostaria de ser feliz como eu era, mas eu não sei se isso faz parte de mim, era tudo muito.. falso.
Hoje, eu tento me recuperar de uma grande batida, hoje eu tento acreditar que isso teve um motivo, hoje eu tento acreditar que eu posso seguir em frente, mas as vezes é dificil porque eu não se ferro.
Esse texto não fez muito sentido, porque eu nunca consegui organizar todas as minhas idéias sobre tudo isso. Eu só... queria entender.

terça-feira, 4 de maio de 2010

pra que usar de tanta educação?


Sempre tentei não ter rancor das pessoas que já me machucaram, porém eu sei que ainda guardo raiva dentro de mim e também sei que isso faz mal, mas quem não guarda rancor? Quem até hoje pensa no que te fez mal e mandou esse ser pra um lugar bem feio (nao gosto de falar essas coisas). Já fui enganada, antes eu tinha vergonha de admiti, porque eu fui idiota de cair em palavras falsas, o "eu te amo" é uma dessas palavras, nem toda vez que você escuta é mentira, mas algumas vezes, pessoas não te falam com tanto amor. Eu aprendi que tudo na vida tem um motivo, se eu chorei algum dia, eu chorei pra não chorar nunca mais pelo mesmo motivo. Eu já fechei os olhos por amor, por três anos pra ser bem exata, e quando eu abri os olhos, eles (os meus olhos) não eram mais castanhos, e sim vermelhos de raiva de rancor, eu já tive vontade de me vingar, passei dias e dias pensando em como eu poderia fazer alguem sofrer do mesmo jeito que eu sofri, uma dor tão, tão, tão forte dominava o meu corpo por cinco segundos e só quando eu mandei de volta tudo que me fazia mal, tudo que me machucava, os meus olhos voltaram a ser castanhos, um castanho de sofrimento, porém muito mais bonitos do que aqueles grandes olhos vermelhos que transbordavam de rancor. O que eu quero dizer é que, nunca gaste o seu mel sem motivo (cazuza always), o rancor não vale nada, guarde esses momentos ruins como um tipo de lembrete pra nunca errar, esse ano, eu ia passar um feriado na argentina, mas ouve um problema com a minha passagem e eu acabei não indo e então a minha mãe disse: "Tudo na vida tem um motivo, se não foi agora pode ser amanhã, não somos nós que decidimos, é Deus" e então, se Ele mudou o meu destino em uma simples viagem de avião, porque ele não poderia mudar o meu destino depois de três anos, alguma coisa Ele quer me dizer, e isso não vale só pra mim.

xoxo, r.